PSICANÁLISE E AUDIOVISUAL

PSICANÁLISE E AUDIOVISUAL

Vítimas do amor, nas telas

O sujeito de que se trata, aquele do qual seguimos o rastro, é o sujeito
do desejo e não o sujeito do amor, pela simples razão de que não se é
sujeito do amor; é-se ordinariamente, normalmente, sua vítima.
Jacques Lacan, 21 de fevereiro de 1962
  • Coordenação: Marcela Antelo.
  • Cartel de orientação epistêmica: Dayane Cairo, Débora Gil Pantaleão, Gabriel Tarantino, Giovana Reis Mesquita, Jamille César, Marcela Antelo (+1).
  • Horário: Sextas-feiras, de 14h00 às 15h30, quinzenalmente.
  • Início: 05 de março de 2021
Ana Magnani em L’amore, Rossellini, 1948 adaptação fílmica da peça de Cocteau La vocce humana
Ana Magnani em L’amore, Rossellini, 1948
adaptação fílmica da peça de Cocteau La vocce humana

Partindo da elucidação de Lacan citada na epígrafe esse ano pretendemos investigar sobre o que há de novo no amor, nas telas, tanto cinematográficas como as mais cotidianas. Provocados pelo tema do próximo ENAPOL que em outubro de 2021 acontecerá virtualmente, gerado no Chile, O novo no amor. Modalidades contemporâneas dos laços tentaremos situar a pequena diferença que entre as épocas o discurso audiovisual transmite.

Sublinhemos que Lacan introduz o ordinário, o normal, da posição de objeto no amor. Nos interessa somar a interrogação que as ricas rubricas do encontro introduzem a pergunta pelo amor ao sul do Equador. Existe um jeito sudaca de amar? Já existiu?

Apoiados no recente livro de Gerard Wajcman estudado em 2021, nos vemos conduzidos a abordar o significante da novidade na forma série que viraliza.

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