PSICANÁLISE E TOXICOMANIA

Coordenação: Carla Fernandes e Pablo Sauce
Horário: Sábados das 10h30 as 12h00.
Frequência: quinzenal
Início no mês de março (a definir)

Durante o ano de 2020 abordaremos o estatuto do objeto na clínica das toxicomanias e a função do desejo do analista na direção do tratamento. Partindo do pressuposto de que estamos em uma época do triunfo do objeto produzindo um excedente de gozo que não pode ser cifrado pela ciência e repercutindo em um apagamento do sujeito, levantamos as seguintes questões: Qual o estatuto do objeto na clínica das toxicomanias? Como pode o analista operar frente a esses casos nos quais impera o empuxo à anestesia do sofrimento? Investigaremos essas perguntas a partir de casos clínicos  e de textos de autores do campo freudiano.